28.11.2018

Onze mineiros foram eleitos para compor a diretoria da SBN

No último dia 12, a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) apurou as eleições para a diretoria do biênio 2019/2020, confirmando a vitória da chapa “Nefrologista em Foco”, quem tem como vice-presidente o nefrologista mineiro Daniel Calazans. Nos últimos 4 anos ele esteve à frente da Sociedade Mineira de Nefrologia como presidente e tesoureiro.

A votação ocorreu online, no período de 01 a 11 de novembro. Além da votação para a chapa da diretoria nacional, os membros para departamentos e conselho fiscal também foram escolhidos. Onze mineiros foram eleitos para compor a diretoria da SBN.

Confira!

Departamento de Transplante

Fernando Lucas

Gustavo Ferreira

Hélady Sanders

Departamento de Nefrologia Clínica

José de Resende Neto

Departamento de Hipertensão Arterial

Rogério Baumgratz

Sebastião Ferreira

Departamento de Nefrologia Pediátrica

Marcelo Tavares

Maria Goretti Penido

Departamento de Defesa Profissional

Ricardo Furtado

Silvia Corradi

Departamento de Epidemiologia e Prevenção da Doença Renal

Marcus Vinicius de Pádua – Natural de Araguari, é graduado em medicina pela FAMED-UFU (1991) e formado em nefrologia pela FMRP-USP (1995). Atualmente é professor adjunto do Departamento de Clínica Médica da FAMED-UFU e chefe de nefrologia do Hospital das Clínicas da UFU.

Departamento de Insuficiência Renal Aguda

Lilian Carmo

Departamento de Ensino e Titulação

Marcus Bastos – Natural de Niterói, é graduado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1974). Mestrado em Nefrologia pela UERJ e doutorado em Nefrologia pela UNIFESP. Fellowship em Nefrologia, no Royal Melbourne Hospital, Universidade de Melbourne e Pós-doutorado em Nefrologia na Harvard Medical School, Boston, EUA. É professor titular da Universidade Federal de Juiz de Fora, ex-presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia e ex-editor chefe do Jornal Brasileiro de Nefrologia.

Departamento de Distúrbios do Metabolismo Ósseo Mineral na Doença Renal Crônica

Melani Custódio – Graduada em medicina na Universidade Federal de Uberlândia (1975), com mestrado e doutorado em nefrologia pela Universidade de São Paulo. É pesquisadora e médica colaboradora no Hospital das Clínicas de São Paulo e responsável pelo ambulatório de DM0-DRC pós transplante renal. Atua como médica assistente voluntária, na Universidade Federal de Uberlândia, no ambulatório de DMO-DRC. Além de ser membro ativo do departamento de DMO-DRC da Sociedade Brasileira de Nefrologia. Recentemente colaborou para a criação do primeiro serviço de DMO-DRC de Belo Horizonte.

Mais informações no site da SBN.


22.11.2018

LUTO – Nota de Falecimento

É com imenso pesar que a Sociedade Mineira de Nefrologia comunica o falecimento e do Dr. Maurício Gattás Bara. Foi pioneiro da nefrologia Mineira e Brasileira.  Atuava atualmente na Nefroclin, em Juiz de Fora.

Maurício Bara foi uma figura marcante, sendo responsável pela implantação da hemodiálise e diálise peritoneal em toda região de Juiz de Fora. Sonhou, acreditou e sempre exerceu sua função com ética, excelência e dedicação.

À família e amigos, nossa solidariedade e profunda tristeza.

Sociedade Mineira de Nefrologia


13.11.2018

Mineiro é eleito vice-presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN)

O nefrologista mineiro Daniel Calazans, foi eleito hoje ( 12/11) vice-presidente do próximo biênio da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).  Nos últimos 4 anos ele esteve à frente da Sociedade Mineira de Nefrologia como presidente e tesoureiro.

É natural de Ipatinga – MG, formado pelo Colégio Santo Antônio, graduado em medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e passou pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Formado em nefrologia no Hospital Universitário Ciências Medicas em Belo Horizonte. Titulado pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e Associated Editors do Brazilian Journal of Nephrology. Coordenador do Serviço de Nefrologia do Hospital Márcio Cunha, primeiro Hospital acreditado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) 3 no Brasil e Fundação São Francisco Xavier.


08.11.2018

Eduardo Távora por Eduardo Távora: sua vida e profissão

Conheça a história desse símbolo da Nefrologia Mineira

O professor doutor Eduardo Rubens Fernandes Távora, 82 anos, é graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (1959), pós-graduado em doenças renais pela Universidade de São Paulo – USP (1960) e pela University of California Los Angeles – UCLA, EUA (1968), e como observador em transplante renal na University of California Davis – UCD, EUA (1980 e 1982).

É considerado o pioneiro da Medicina Renal em Minas Gerais. Realizou a primeira diálise peritoneal em 1962. No ano de 1965, a primeira hemodiálise e o primeiro transplante de rim em 1969, como coordenador clínico.

Em 1964, durante o 3º Congresso Brasileiro de Nefrologia, apresentou o primeiro caso brasileiro de hiperaldosteronismo primário, decorrente de um adenoma da suprarrenal esquerda.

Foi professor adjunto de Clínica Médica, na Faculdade de Medicina da UFMG durante 32 anos, chefe dos Serviços de Nefrologia e Transplantes Renais, no Hospital das Clinicas da UFMG e posteriormente no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, até o ano 2000.

Ao longo de sua atividade profissional, foi agraciado com vários títulos honoríficos. Dentre eles, Presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), por aclamação, no período de 1984 a 1986, e a Medalha do Mérito Científico Carlos Chagas, pelo governo mineiro em 1980.

Eduardo Távora, foi também um dos fundadores da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO). Publicou dois livros e uma monografia sobre doenças renais, esteve presente nos principais eventos da área de nefrologia e dispõe dezenas de trabalhos científicos, como autor e coautor, publicados no Brasil e em revistas americanas. Aposentado, atualmente se dedica a escrever crônicas e contos.  


01.11.2018

Sociedade Mineira de Nefrologia vai às regionais

Nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro, a SMN realiza o “Sociedade Mineira de Nefrologia Vai às Regionais”.  O encontro será realizado na Universidade Federal de Uberlândia, com grandes nomes da Nefrologia já confirmados.

Na ocasião, serão abordados os principais temas da área com palestras e debates. O evento abrange a comunidade médica e os demais profissionais da saúde que atuam na Nefrologia. Oportunidade para se atualizar, compartilhar e somar conhecimento. Participe com a gente!

Confira a programação abaixo:

Sexta 30/11

20h
Solenidade de Abertura

20h30 Hemodiálise na IRA: Manejo de Tempo e Dose. Dr. Daniel Calazans ; Presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia e Coordenador do Serviço de Nefrologia do Hospital Marcio Cunha- FSFX

21h Atualidades em Litíase Renal-Dr.Fernando das Mercês de Lucas Júnior – Chefe Serviço Transplante Renal do HC – UFMG

21h30 Nefropatia do IgA: O que há de novo?
Dra.Vanessa Brandao, Nefrologista do Hospital Marcio Cunha

Sábado 01/12

8h – 8h30 Estratégias de prevenção na DRC
Dr. Lazaro Bruno Borges Silva
Médico assistente do Departamento de Clinica Médica/Nefrologia do HC-FMRP USP

8h30 – 9h
ITU – Como tratar?
Dr. Emerson Nunes Costa- Responsável técnico do serviço de diálise do Hospital das Clínicas UFU

9h – 9h30 Hipertensão Arterial Sistêmica : Atualidades Terapêuticas
Dr Marcus Vinicius Pádua Netto – Diretor Regional Triagulo Mineiro da Sociedade Mineira de Nefrologia e Professor Adjunto Departamento de Clinica Médica da Universidade Federal de Uberlândia

09h – 09h10 Discussão

Local: Universidade Federal de Uberlândia –  Av. Eng. Diniz, 1178 – Martins, Uberlândia – MG


24.10.2018

Obesidade infantil e a linha tênue para a doença renal crônica

O aumento de peso da população é uma realidade e a obesidade infantil vem se tornando um problema público de saúde. O número de obesos com idade entre cinco e dezenove anos cresceu mais de dez vezes nas últimas quatro décadas. De acordo com um estudo realizado pelo Imperial College London e a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 1975 e 2016 o número de crianças e adolescentes obesos em todo o mundo passou de 11 milhões para 124 milhões. No Brasil, a estimativa atual do Ministério da Saúde é de que 33% das crianças brasileiras, entre 5 a 9 anos, estejam acima do peso. 

Além de todos os problemas físicos que o excesso de peso acarreta, ele ainda pode abrir portas para patologias sérias, como o diabetes e a hipertensão, danificando órgãos e ocasionando doenças renais crônicas. De acordo com os dados, crianças com sobrepeso têm mais chances de chegar à vida adulta sofrendo de obesidade, o percentual aproxima-se de 80%. Esses números alarmantes despertam a preocupação dos médicos nefrologistas, pois a criança obesa hoje pode se tornar um adulto com doença renal crônica no futuro.

Segundo Sérgio Veloso Brant Pinheiro, professor do departamento de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, os mesmos fatores de risco para a obesidade estão associados ao desenvolvimento da doença renal crônica, incluindo: alimentação inadequada, sedentarismo, estresse, alterações metabólicas e hipertensão arterial. “A doença renal crônica é uma condição médica grave cada vez mais comum em pacientes com obesidade e está relacionada à piora da qualidade de vida e redução da expectativa de vida desses pacientes”, afirma.

Ainda de acordo com Pinheiro, é estimado que para cada paciente com diagnóstico de doença renal crônica, existem cerca de 20 indivíduos que dispõe da doença sem pressupor, pois é insidiosa e por muitas vezes apresenta sintomas somente com a função renal muito prejudicada.

“Nesse contexto, muitos pacientes com obesidade podem desenvolver doença renal crônica sem apresentar sintomas. A doença renal crônica deve ser suspeitada nesses pacientes, quando se detecta aumento da pressão arterial, alterações em exames de sangue (basicamente ureia e creatinina), alterações em exames de urina (aparecimento de proteínas na urina) ou alterações em exames de imagem (ultrassonografia dos rins e vias urinárias). ”

A disfunção renal exige tratamento com implicação em vários aspectos da vida, desde mudança de dieta alimentar a medicamentos de uso contínuo. Em casos extremos, pode levar à necessidade de hemodiálise, diálise peritoneal e transplante renal, comprometendo a qualidade de vida dessas pessoas.

Na obesidade infantil, são dados como principais fatores na maioria dos casos a falta de atividade física e da alimentação inapropriada, como excesso de açúcar, farináceos principalmente os refinados, produtos industrializados  e hipercalóricos, por isso é fundamental uma mudança de hábitos para evitar o aparecimento de complicações e doenças graves como a renal crônica. “A prevenção e o controle da obesidade pode reduzir o risco de desenvolver a doença renal crônica. Consequentemente, as mudanças no estilo de vida, como, por exemplo, alimentação adequada, atividades físicas regulares, sono adequado e redução de estresse, podem reduzir muito o risco de doença renal crônica em crianças e adultos e contribuir para uma vida longa e saudável”, explica Sérgio Veloso Brant Pinheiro.

A principal orientação aos pais é que incentivem a prática de exercícios, a alimentação saudável e a ingestão de quantidade adequada de água para a prevenção e combate a obesidade.


17.10.2018

Resultado do sorteio de ingressos do 3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho

O sorteio de dois participantes para participar do 3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho, foi realizado hoje (17/10/2018), às 18h. Os ganhadores são:

  • Lívia Lima (@liviaclsb)
  • David Campos Wanderley (@david_wanderley)

Parabéns aos sorteadores!

Confira o vídeo do sorteio abaixo:


12.10.2018

Edital de Convocação da Assembleia Geral Ordinária da Sociedade Mineira de Nefrologia para Eleição do Biênio 2018/2020

Belo Horizonte, 15 de setembro de 2018.

Prezado (a) Sócio (a),

A Sociedade Mineira de Nefrologia convoca seus associados para a Assembleia Geral Ordinária a realizar-se no dia 16 de novembro de 2018, sexta-feira, às 19h00, na sede da Associação Médica de Minas Gerais, situada em Avenida João Pinheiro, 161, bairro: Centro, Belo Horizonte – Minas Gerais.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO

1. Período para inscrição das chapas

As inscrições das chapas para Diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia (biênio 2018/2020) deverão ser realizadas na Secretaria da Sociedade Mineira, localizada na AMMG, no período de 01 de outubro de 2018 a 15 de outubro de 2018, até as 18h00.

A chapa deve conter o nome e o cargo pretendido e contemplar os seguintes cargos Presidente; Vice-Presidente; Secretário; tesoureiro; Diretor Científico; Diretor Regional Norte; Diretor Regional Metropolitano; Diretor Regional da Zona da Mata; Diretor Regional Leste; Diretor Regional Oeste; Diretor Regional Sul.

2. Período de votação

A votação será realizada no período de 01 de novembro de 2018 até o dia 15 de novembro de 2018, por meio do site da Sociedade Brasileira de Nefrologia www.sbn.org.br .

3. Apuração

Apuração da eleição será realizada durante a assembleia geral da Sociedade Mineira de Nefrologia a ser realizada no dia 16 de novembro de 2018 às 19h00 na sede da AMMG.

4. Posse da diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia

A posse da diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia será realizada em dezembro de 2018, juntamente com a posse da diretoria da Sociedade Brasileira de Nefrologia.

Atenciosamente,

Dr. Daniel Costa Chalabi Calazans
Presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia – Biênio 2016/2018


10.10.2018

3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho

Nos dias 19 e 20 de outubro, acontece o 3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho.

Voltado a profissionais e estudantes da área, o Simpósio contará com a presença do Dr. José Barros Neto, membro da diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia, iniciando as palestras do evento com os 10 Mandamentos da Medicina Baseada em Evidências.

Doença Renal Crônica, Fisiologia Renal e Injúria Renal Aguda (IRA) também serão alguns dos temas debatidos no encontro.

As inscrições podem ser realizadas no Sympla, pelo link: 3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho

Confira a programação do evento:


27.09.2018

Dia Nacional da Doação de Órgãos

Hoje, 27 de setembro, é o Dia Nacional da Doação de Órgãos, instituído para conscientizar a população em geral sobre a importância de ser doador, com o intuito de ajudar milhares de pessoas que lutam por uma oportunidade de salvarem suas vidas.

O rim é um dos poucos órgãos que podem ser doados em vida, pois ao doar um rim, o nosso organismo se adapta à nova realidade. Isso quer dizer que, ao manifestar o desejo espontâneo em ser um doador vivo, após o transplante renal é possível apenas um dos órgãos realizar a função de dois. “Sem doação não há transplantes. Mais de 21 mil pessoas esperam por um rim em todo o Brasil. O engajamento das pessoas é fundamental, muitas vidas podem ser salvas com esse gesto“, informa Daniel Calazans, coordenador do serviço de nefrologia do HMC e presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia.

No Brasil, cerca de 22 mil pacientes aguardam em uma lista de espera por um transplante renal, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Em Minas Gerais, aproximadamente 2.300 pessoas estão à espera de um doador. É o segundo estado do país que possui o maior número de pacientes renais ativos na lista de espera, perdendo apenas para São Paulo. Só no primeiro semestre deste ano, foram adicionados na lista de espera 576 pacientes adultos e 5 pediátricos. Em contrapartida, cerca de 330 pessoas foram declaradas como potenciais doadores, mas apenas 97 foram efetivos.

A Sociedade Mineira de Nefrologia, sabendo da importância da doação de órgãos e com base no cenário atual de transplantes de rins, esclarece os principais questionamentos sobre o transplante renal e a doação de rins em vida. Confira!

O que é o transplante renal?

Quando o rim apresenta problemas no seu funcionamento, ele deixa de desenvolver suas principais funções corretamente. Existem duas alternativas para solucionar essa anomalia no órgão. Em casos menos graves, essa falha pode ser sanada com medidas medicamentosas e dietéticas. Em quadros avançados e mais graves, a substituição da função renal é realizada, por meio de hemodiálise, dialise peritoneal ou da realização de um transplante renal.

No transplante renal, implanta-se um rim sadio em um paciente de insuficiência renal avançada. Esse novo rim começará a realizar as funções que os rins doentes não conseguiam mais manter. Ele é considerado a mais completa alternativa de substituição da função renal, pois garante mais liberdade no dia a dia do paciente e melhora a qualidade de vida.

Quem pode ser doador?

Existem dois tipos de doadores, os falecidos e os doadores vivos. ​De acordo com a cartilha “Manual do Transplante Renal”, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), qualquer pessoa adulta (acima de 21 anos), saudável, com função renal normal, que não apresente, durante extensa e minuciosa avaliação médica, indícios de risco de doença renal e não possui nenhuma doença que possa ser transmitida ao receptor, pode ser doadora.

Doadores falecidos, que vão a óbito em quadro de morte encefálica, a partir de autorização familiar, podem ter seus órgãos doados para receptores compatíveis, salvando inúmeras vidas.

Quando doador vivo, parentes e não parentes podem ser doadores, desde que obtenha uma autorização judicial. Vários exames são realizados no doador para que seja certificado o bom funcionamento dos rins e que o risco de realizar a cirurgia para retirar e doar o rim seja reduzido.

Há contra indicações de transplante renal para algum paciente com insuficiência renal crônica?

Pessoas que tiveram câncer, pacientes com infecções e doença graves no fígado ou coração não podem ser receptores do transplante. Porém, cada quadro é cuidadosamente analisado junto ao médico.

Segundo a ABTO, outros fatores físicos podem contraindicar o transplante como: Insuficiência cardiopulmonar; Obesidade mórbida; Doença periférica e vascular cerebral; Fumo em excesso; Insuficiência hepática; Outros fatores que aumentam o risco de um grande procedimento cirúrgico.

Quais os riscos do transplante para doador vivo?

O maior risco que o doador se submete é a anestesia geral, no entanto, pode ser minimizado com os exames pré-operatórios e os avanços nas técnicas anestésicas e cirúrgicas.

Qual a durabilidade de um rim transplantado?

Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, alguns pacientes permanecem com os rins transplantados funcionando por muito tempo, chegando a mais de 10 anos. Em alguns casos, o tempo de funcionamento do órgão transplantado não é tão longo. Vários fatores podem alterar a durabilidade do órgão, como intercorrências ocorridas no momento do transplante renal e ao próprio órgão que foi doado.

Como é a vida pós transplante?

Ter um rim novo e saudável é o sonho de todo paciente, pois o transplante renal bem sucedido garante uma melhora considerável em sua qualidade de vida. Após o transplante, apesar das recomendações e exigências médicas, o transplantado pode levar uma vida normal. Ao passar dos meses, diminuem as restrições e os cuidados são menores, possibilitando um convívio social pleno e saudável.

É possível levar uma vida normal com um rim apenas?

Existem pessoas que nascem com apenas um rim e talvez nunca saibam disso. Um rim pode realizar o trabalho de dois e a vida da pessoa será normal tanto nas suas atividades pessoais como profissionais, mas isso não isenta os riscos do procedimento.


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