12.10.2018

Edital de Convocação da Assembleia Geral Ordinária da Sociedade Mineira de Nefrologia para Eleição do Biênio 2018/2020

Belo Horizonte, 15 de setembro de 2018.

Prezado (a) Sócio (a),

A Sociedade Mineira de Nefrologia convoca seus associados para a Assembleia Geral Ordinária a realizar-se no dia 16 de novembro de 2018, sexta-feira, às 19h00, na sede da Associação Médica de Minas Gerais, situada em Avenida João Pinheiro, 161, bairro: Centro, Belo Horizonte – Minas Gerais.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO

1. Período para inscrição das chapas

As inscrições das chapas para Diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia (biênio 2018/2020) deverão ser realizadas na Secretaria da Sociedade Mineira, localizada na AMMG, no período de 01 de outubro de 2018 a 15 de outubro de 2018, até as 18h00.

A chapa deve conter o nome e o cargo pretendido e contemplar os seguintes cargos Presidente; Vice-Presidente; Secretário; tesoureiro; Diretor Científico; Diretor Regional Norte; Diretor Regional Metropolitano; Diretor Regional da Zona da Mata; Diretor Regional Leste; Diretor Regional Oeste; Diretor Regional Sul.

2. Período de votação

A votação será realizada no período de 01 de novembro de 2018 até o dia 15 de novembro de 2018, por meio do site da Sociedade Brasileira de Nefrologia www.sbn.org.br .

3. Apuração

Apuração da eleição será realizada durante a assembleia geral da Sociedade Mineira de Nefrologia a ser realizada no dia 16 de novembro de 2018 às 19h00 na sede da AMMG.

4. Posse da diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia

A posse da diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia será realizada em dezembro de 2018, juntamente com a posse da diretoria da Sociedade Brasileira de Nefrologia.

Atenciosamente,

Dr. Daniel Costa Chalabi Calazans
Presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia – Biênio 2016/2018


10.10.2018

3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho

Nos dias 19 e 20 de outubro, acontece o 3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho.

Voltado a profissionais e estudantes da área, o Simpósio contará com a presença do Dr. José Barros Neto, membro da diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia, iniciando as palestras do evento com os 10 Mandamentos da Medicina Baseada em Evidências.

Doença Renal Crônica, Fisiologia Renal e Injúria Renal Aguda (IRA) também serão alguns dos temas debatidos no encontro.

As inscrições podem ser realizadas no Sympla, pelo link: 3º Simpósio de Nefrologia do Hospital Felício Rocho

Confira a programação do evento:


27.09.2018

Dia Nacional da Doação de Órgãos

Hoje, 27 de setembro, é o Dia Nacional da Doação de Órgãos, instituído para conscientizar a população em geral sobre a importância de ser doador, com o intuito de ajudar milhares de pessoas que lutam por uma oportunidade de salvarem suas vidas.

O rim é um dos poucos órgãos que podem ser doados em vida, pois ao doar um rim, o nosso organismo se adapta à nova realidade. Isso quer dizer que, ao manifestar o desejo espontâneo em ser um doador vivo, após o transplante renal é possível apenas um dos órgãos realizar a função de dois. “Sem doação não há transplantes. Mais de 21 mil pessoas esperam por um rim em todo o Brasil. O engajamento das pessoas é fundamental, muitas vidas podem ser salvas com esse gesto“, informa Daniel Calazans, coordenador do serviço de nefrologia do HMC e presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia.

No Brasil, cerca de 22 mil pacientes aguardam em uma lista de espera por um transplante renal, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Em Minas Gerais, aproximadamente 2.300 pessoas estão à espera de um doador. É o segundo estado do país que possui o maior número de pacientes renais ativos na lista de espera, perdendo apenas para São Paulo. Só no primeiro semestre deste ano, foram adicionados na lista de espera 576 pacientes adultos e 5 pediátricos. Em contrapartida, cerca de 330 pessoas foram declaradas como potenciais doadores, mas apenas 97 foram efetivos.

A Sociedade Mineira de Nefrologia, sabendo da importância da doação de órgãos e com base no cenário atual de transplantes de rins, esclarece os principais questionamentos sobre o transplante renal e a doação de rins em vida. Confira!

O que é o transplante renal?

Quando o rim apresenta problemas no seu funcionamento, ele deixa de desenvolver suas principais funções corretamente. Existem duas alternativas para solucionar essa anomalia no órgão. Em casos menos graves, essa falha pode ser sanada com medidas medicamentosas e dietéticas. Em quadros avançados e mais graves, a substituição da função renal é realizada, por meio de hemodiálise, dialise peritoneal ou da realização de um transplante renal.

No transplante renal, implanta-se um rim sadio em um paciente de insuficiência renal avançada. Esse novo rim começará a realizar as funções que os rins doentes não conseguiam mais manter. Ele é considerado a mais completa alternativa de substituição da função renal, pois garante mais liberdade no dia a dia do paciente e melhora a qualidade de vida.

Quem pode ser doador?

Existem dois tipos de doadores, os falecidos e os doadores vivos. ​De acordo com a cartilha “Manual do Transplante Renal”, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), qualquer pessoa adulta (acima de 21 anos), saudável, com função renal normal, que não apresente, durante extensa e minuciosa avaliação médica, indícios de risco de doença renal e não possui nenhuma doença que possa ser transmitida ao receptor, pode ser doadora.

Doadores falecidos, que vão a óbito em quadro de morte encefálica, a partir de autorização familiar, podem ter seus órgãos doados para receptores compatíveis, salvando inúmeras vidas.

Quando doador vivo, parentes e não parentes podem ser doadores, desde que obtenha uma autorização judicial. Vários exames são realizados no doador para que seja certificado o bom funcionamento dos rins e que o risco de realizar a cirurgia para retirar e doar o rim seja reduzido.

Há contra indicações de transplante renal para algum paciente com insuficiência renal crônica?

Pessoas que tiveram câncer, pacientes com infecções e doença graves no fígado ou coração não podem ser receptores do transplante. Porém, cada quadro é cuidadosamente analisado junto ao médico.

Segundo a ABTO, outros fatores físicos podem contraindicar o transplante como: Insuficiência cardiopulmonar; Obesidade mórbida; Doença periférica e vascular cerebral; Fumo em excesso; Insuficiência hepática; Outros fatores que aumentam o risco de um grande procedimento cirúrgico.

Quais os riscos do transplante para doador vivo?

O maior risco que o doador se submete é a anestesia geral, no entanto, pode ser minimizado com os exames pré-operatórios e os avanços nas técnicas anestésicas e cirúrgicas.

Qual a durabilidade de um rim transplantado?

Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, alguns pacientes permanecem com os rins transplantados funcionando por muito tempo, chegando a mais de 10 anos. Em alguns casos, o tempo de funcionamento do órgão transplantado não é tão longo. Vários fatores podem alterar a durabilidade do órgão, como intercorrências ocorridas no momento do transplante renal e ao próprio órgão que foi doado.

Como é a vida pós transplante?

Ter um rim novo e saudável é o sonho de todo paciente, pois o transplante renal bem sucedido garante uma melhora considerável em sua qualidade de vida. Após o transplante, apesar das recomendações e exigências médicas, o transplantado pode levar uma vida normal. Ao passar dos meses, diminuem as restrições e os cuidados são menores, possibilitando um convívio social pleno e saudável.

É possível levar uma vida normal com um rim apenas?

Existem pessoas que nascem com apenas um rim e talvez nunca saibam disso. Um rim pode realizar o trabalho de dois e a vida da pessoa será normal tanto nas suas atividades pessoais como profissionais, mas isso não isenta os riscos do procedimento.


17.09.2018

A importância do nutricionista na doença renal crônica

O nutricionista é o profissional responsável quando relacionamos alimentação e saúde. Ele contribui para a garantia da qualidade de vida dos pacientes e sua função é ajudar na prevenção e no tratamento das doenças, incluindo as doenças renais.

O acompanhamento nutricional para os pacientes renais é fundamental para mudar os hábitos alimentares, evitando a evolução da doença e suas complicações, que podem ser irreversíveis.

De acordo com a nutricionista Raquel Bacha, especialista em doenças renais crônicas, a saúde, uma vez alterada, como nos casos de diabetes descontrolada ou sobrepeso, pode afetar diretamente os rins.

“Ter uma alimentação 100% natural, baseada em alimentos que qualquer um reconhece como da natureza, como: vegetais, frutas, proteínas animais, gorduras de certos óleos, azeite natural de alimentos, como sementes oleaginosas”, ajuda a prevenir as chances de problemas renais.

Segundo Raquel, manter uma alimentação baseada nos alimentos citados minimiza a chance de altos níveis de glicose no sangue, descontrole da pressão arterial, e até mesmo alterações das frações de colesterol.

Com a falência da função renal, os rins não são mais capazes de eliminar progressivamente do sangue diversas substâncias, como os líquidos e resíduos resultantes da alimentação. Por isso, a atuação do nutricionista de forma personalizada para cada paciente é de extrema importância, seja no tratamento conservador da doença renal, como na terapia renal substitutiva, a hemodiálise.

Ela destaca que é necessário estabelecer níveis adequados de proteína, que deve ser consumida conforme o diagnóstico, o estágio em que a doença se encontra, e de acordo com os parâmetros de exames clínicos que podem sofrer alterações a cada 2 ou 3 meses.

O auxílio individual a cada paciente exclui a possibilidade de uma dieta severa e difícil, uma vez que a cada mês a dieta pode ser adaptada de acordo com a necessidade de cada um. “A proteína pode não ser restrita, pois existem situações em que orientamos o aumento do seu consumo. Além disso, o tipo e a quantidade de carboidratos, combinações em refeições, as fontes de gorduras, um ajuste fino de minerais que possam estar alterados (dependendo da fase da doença), e até mesmo a interferência de medicamentos, podem ser ajustados apenas por meio do acompanhamento nutricional de forma correta.”

No tratamento conservador, as orientações do nutricionista são essenciais para que haja estabilização das funções dos rins, retardando consequentemente a necessidade da hemodiálise. Já no tratamento renal substitutivo, o acompanhamento contribui para a manutenção e recuperação do estado nutricional.

O corpo apresenta necessidades nutricionais e energéticas diferentes, alguns pacientes apresentam catabolismo importante durante as sessões de diálise e frequente queda de apetite, por alterações metabólicas, sendo por isso fundamental que os cuidados alimentares sejam considerados como parte importante da terapia.

Para a especialista em doenças crônicas renais, muitos pacientes do tratamento conservador presumem que a restrição de proteína “salva o rim”.  Já os pacientes em diálise, rejeitam alimentos, como banana, alegando “potássio”. Mas, na verdade, tudo depende do contexto da dieta. “O hábito de simplificar as informações e realizar restrições sem avaliar o que é de fato necessário para a condição clínica e momento, pode interferir na qualidade de vida dos pacientes renais”, afirma.

Sobre a restrição de alimentos e a substituição dos mesmos, a nutricionista esclarece que proteína, potássio e fósforo devem sempre ser monitorados e calculados conforme os parâmetros da doença, exame e estágio em que o paciente se encontra. “A substituição é individual. Retirar um leite de caixinha com proteína animal, sem muito valor, e substituir por um leite de amêndoas, rico em mineral e fonte de gordura é uma boa dica em determinados casos. O que não vale é restringir proteína de forma equivocada. O estímulo por alimentos integrais, que muitas vezes carregam açúcar, como pães e biscoitos, jamais devem ser minimamente fonte de substituição. Esse tipo de alimentação é uma ilusão de saúde. As substituições de proteína, por gordura ou alimentos, sempre devem ser consultadas junto ao nutricionista, para não desequilibrar o plano ideal para aquele momento e situação clínica.”

Respeitar as proporções de cada substância, e compreender como elas afetam o nosso funcionamento renal, é uma dica infalível. Para a nutricionista, é importante respeitar o que cada paciente consegue reformular na alimentação.

Faça o consumo consciente. Alimentação é saúde! Esclareça com seu nefrologista e seu nutricionista todas as dúvidas e participe ativamente de seu tratamento.


04.08.2018

ATA Assembleia Sociedade Mineira de Nefrologia

Sábado, 04 de agosto de 2018, por Sílvia Corradi.

Hoje, dia 04 de agosto de 2018, foi realizada, de 10 às 12 horas, na Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), assembléia com a atual diretoria da Sociedade Mineira de Nefrologia (SMN) e representantes dos nefrologistas do Estado.

Primeiramente, o presidente da SMN, Dr. Daniel Calazans, fez breve apresentação sobre as ações científica, sociais e políticas realizadas no biênio pela atual gestão. Posteriormente, apresentou o crescimento financeiro da Instituição e medidas praticadas para aumentar a governança e transparência.

Apresentou dados a cerca do cenário da Nefrologia em Minas Gerais. Foi conversado sobre os ritos da próxima eleição da SMN e SBN, e reiterou a importância da Sociedade representar os interesses dos nefrologistas.
Por fim, foi aberto para a participação dos presentes e alinhamentos dos interesses dos nefrologistas.
Após a apresentação, Dr.Gustavo Capanema, Dra. Hélady Sanders, Dr. Fernando Lucas e Dr. Renato Medeiros reafirmaram a boa gestão, a representatividade jovem e o engajamento político da atual diretoria, em nome do Presidente.

Outro tema abordado da reunião, foi acerca do futuro da especialidade, as novas Portarias e os novos entrantes no mercado brasileiro de Diálise. Foram traçadas possíveis estratégias, com a aprovação de todos os presentes, visando a valorização do Nefrologista e proteção da Especialidade.

Dessa forma, objetivamente, foi composta uma Comissão que irá estudar e pesquisar no mercado médico modelos bem sucedidos que poderão ser aplicados na Nefrologia, levando-se em conta o cenário atual. Essa comissão será formada pela Dra. Jenaine Oliveira, Dr. Milton Campos Neto, Dr. Daniel Calazans, Dr. Gerson Marques e Dr. Leandro Soares.

Já foi, também, estabelecido o local para apresentação pela Comissão desses modelos aos colegas, que hoje somam 420 nefrologistas no Estado: será no Congresso Brasileiro de Nefrologia, no Rio de Janeiro, em setembro de 2018.


23.07.2018

SMN apresenta reivindicações do setor de nefrologia

Hoje, 23/07, foi realizada na Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) reunião entre a Sociedade Mineira de Nefrologia e o setor de Alta Complexidade e Assistência Farmacêutica. Estavam presentes Daniel Calazans (presidente da SMN), Heloisa Vianna, Daiana de Carvalho, Santusa Pereira, Silvia Marquez e Tamara Souza.

Entre os temas abordados estão:

Falta de medicamentos para tratamento da DMO e imunossupressores

A Coordenação da Farmácia informou que as medicações Azatioprina, Cciclospirina, Calcitriol e Calcijex são de responsabilidade do Estado e estão em falta devido a dificuldade financeira enfrentada pelas instituição. Segundo os responsáveis, os pagamentos foram interrompidos desde março de 2017 e as dívidas ultrapassam o valor de R$120 milhões.

A coordenação informou que ocorreu, neste mês, uma reunião entre representantes da SES-MG e seus fornecedores para sanar o desabastecimento. Na reunião, todos se comprometeram a tentar chegar um acordo até o mês de agosto para que a distribuição dos medicamentos seja normalizada.

Os fornecidos pelo Governo Federal, entre eles o Sirolimo, Everolimo, Tacrolimo, Micofenolato e Paricalcitol estão com seu fornecimento normal.

Extrapolamento de teto

Foi entregue à Coordenação da Alta Complexidade a listagem dos 29 serviços de nefrologia que informaram haver débitos de extrapolamento de teto junto ao Estado, sendo que a coordenadora de Alta Complexidade, Daiana de Carvalho, se comprometeu a apurar a situação e manter a SMN informada sobre a situação.

Falta de vagas em hemodiálise e vazios assistências

A SMN propôs políticas estaduais de incentivo a diálise peritoneal e a criação de novos serviços em regiões do Estado ainda desabastecidas.

Ao término da reunião, em tom de cordialidade, a SES-MG se comprometeu a analisar as demandas apresentadas e manter a SMN informada sobre a regularização e seus respectivos trâmites.


01.06.2018

Curso: Resolução de casos clínicos frequentes na consulta nefrológica


25.05.2018

Greve dos caminhoneiros já afeta serviços de nefrologia

Sem insumos, pacientes renais podem sofrer com a falta de tratamento

Com a situação da greve dos caminhoneiros indefinida no Brasil, as clínicas de diálise, que fazem o tratamento de terapia renal substitutiva – TRS e mantêm a vida de mais de 130 mil pacientes renais começam a serem afetadas. A falta da chegada de insumos e materias necessários para a realização dos tratamentos já coloca diversas clínicas de nefrologia mineiras em situação de alerta.

Uma clínica de Contagem, enviou comunicação a Sociedade Mineira de Nefrologia informando que os insumos para a realização de sessões de hemodiálise tem previsão de término na segunda-feira (28/05), no terceiro turno. Como saída, a clínica vai reduzir o fluxo de solução e o tempo de diálise até que exista uma possibilidade de resolução do problema.

Em Belo Horizonte, outro serviço, que atende atualmente 180 pacientes com doenças renais informou que seu estoque de materiais terá duração até terça-feira (29/05), no primeiro turno. Após esse período provavelmente não haverá mais como tratar os pacientes.

Em Governador Valadares, as clínicas já estão em alerta pois os insumos estão chegando ao fim e um caminhão carregado com capilares está parado em um dos bloqueios. No Vale do Aço o serviço que atende a mais de 420 pacientes têm estoque até a próxima terça-feira (29/05).

Compreendemos a seriedade do movimento, mas no momento estamos receosos com o impacto que ele pode gerar nos serviços de hemodiálise, pois o transporte é fundamental para a chegada de insumos e materiais para o tratamento dos pacientes”, alerta o presidente da Sociedade Mineira de Nefrologia, Daniel Calazans.

No caso das clínicas de diálise o problema não é apenas econômico, são várias vidas que estão em jogo. Pois para a realização de uma sessão de hemodiálise é preciso de vários materiais e a falta de um deles, por menor que seja, impede a realização do procedimento. Os pacientes renais crônicos dependem do tratamento para sobreviverem. O setor está em alerta máximo, devido a peculiaridade do serviço de diálise, a necessidade de continuidade do tratamento e a fragilidade dos pacientes.

A Secretaria de Estado de Saúde e o Ministério Público já foram notificados.

Foto: MOISES SILVA / O TEMPO


21.05.2018

XXIX Congresso Brasileiro de Nefrologia

Programe-se!

Entre os dias 19 e 22 de setembro acontece o XXIX Congresso Brasileiro de Nefrologia, no Rio de Janeiro.

O evento será realizado no Hotel Windsor Oceânico, que possui uma ampla área de eventos inaugurada recentemente e que fica em uma área de fácil acesso, logo no início da Barra da Tijuca.

O Congresso contará com grandes nomes da Nefrologia, já confirmados. Não fique de fora! Participe!

Confira a programação completa no link: nefro2018.com.br


05.05.2018

Jornada Integrada de Diálise:Novos horizontes da TRS no Brasil


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